Atacado · Brasil · 12 de junho de 2026
O que move o atacado brasileiro além do preço por caixa
Distribuidores, centros de distribuição e compradores corporativos enfrentam margens apertadas, reforma tributária em tramitação e pressão por rastreabilidade. O Volume acompanha essas decisões com dados, entrevistas e contexto de mercado.
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Distribuição
Reforma tributária e margens no atacado distribuidor: o que muda na prática em 2026
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Negócios B2B
Integração B2B: por que ERPs ainda falham na última milha do pedido atacadista
Pedidos confirmados no sistema que não chegam ao WMS, rupturas silenciosas e retrabalho no call center: mapeamos os pontos de falha mais comuns em operações médias.
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Logística
Logística refrigerada no Nordeste: custos, gargalos e rotas que ainda dependem de terceiros
Falta de cross-docking climatizado e janelas de entrega curtas elevam o custo por palete em capitais do interior. Operadores relatam adaptações improvisadas.
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Varejo Atacadista
Consolidação no atacado brasileiro: quem ganha escala e quem aposta em nicho regional
Fusões entre distribuidores de alimentos e higiene aceleraram no primeiro semestre. Especialistas divergem sobre o espaço para players locais com menos de 50 mil m² de CD.
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Cadeia de Suprimentos
ESG na cadeia de suprimentos: além do relatório, o que compradores B2B passaram a exigir
Certificações, rastreio de origem e metas de emissão deixaram de ser diferencial em licitações corporativas de médio porte. Fornecedores descrevem a curva de adaptação.
Por que o Volume existe
O atacado brasileiro movimenta mais de R$ 1,4 trilhão por ano, segundo estimativas do setor, mas raramente aparece na cobertura econômica com a mesma profundidade dedicada ao varejo de rua ou ao mercado financeiro. Distribuidores tomam decisões diárias sobre mix de produtos, crédito a lojistas, rotas de entrega e integração com indústrias — e essas escolhas chegam ao consumidor final sem que o público perceba a camada intermediária.
O Volume nasceu para preencher esse espaço. Não somos um portal de ofertas nem um catálogo de fornecedores. Publicamos reportagens, análises e entrevistas com gestores de supply chain, diretores comerciais de redes atacadistas e compradores corporativos. Nosso tom é profissional e direto: frases curtas quando o assunto é técnico, parágrafos mais longos quando o contexto exige.
A redação trabalha a partir de São Paulo e Recife, com correspondentes pontuais em Curitiba e Belo Horizonte. Priorizamos temas onde há dados verificáveis — balanços, notas técnicas de associações setoriais, registros de licitação — e onde a decisão de um distribuidor médio pode servir de referência para outro em região diferente.
Em 2026, três forças concentram nossa atenção: a implementação gradual da reforma tributária e seu impacto nas margens por categoria; a pressão por digitalização de pedidos B2B sem perder o relacionamento com o vendedor externo; e a reorganização logística provocada por mudanças climáticas e exigências de rastreabilidade em alimentos e produtos de higiene.
Não aceitamos patrocínio de fabricantes, distribuidores ou plataformas de marketplace B2B. Quando citamos empresas, indicamos o contexto da entrevista ou da fonte documental. Erros são corrigidos com nota visível na reportagem — consulte nossa política editorial para entender o processo de apuração e revisão.
Se você trabalha em operações, compras ou logística e tem um caso que merece escrutínio editorial — não marketing institucional —, escreva para [email protected]. Avaliamos cada proposta com o mesmo critério: relevância para o setor e possibilidade de verificação independente.